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Imprensa e Textos Críticos

Uma seleção do que críticos, curadores e a imprensa escreveram sobre a pintura de Benjamin Rothstein — suas camadas temporais, seus silêncios e a tensão discreta entre memória e presente.

Pintura de Benjamin Rothstein — figuras gestuais, arquitetura e formas alaranjadas que se dissolvem em camadas temporais
Benjamin Rothstein — óleo sobre tela, entre abstração e figuração
Detalhe de pintura abstrata de Benjamin Rothstein em tons de osso, ocre e tinta
Rothstein integra uma tradição pictórica que toma o diálogo com o espectador como parte do próprio conceito da obra. Oscilando entre abstração e figuração, o pintor trata a forma como elemento poético — desfazendo-a e reconstruindo-a, preservando até mesmo o vazio como articulação de ritmo.
Daniele MachadoTexto crítico, A Dois — Galeria Candido Mendes Ipanema
Ele constitui em seu trabalho objetos de estranhamento que desestabilizam, questionam, provocam e convidam o espectador a completar a obra. Rothstein conduz esse encontro formal e temático com um humor lúdico e não menos ácido.
Daniele MachadoCrítica e curadora
A memória é um exercício sobre o fluxo implacável do tempo. Estes artistas capturam a essência fluida da memória, tecendo uma narrativa simbólica que transcende os limites do tempo e do espaço.
Mario CamargoCurador, Tempo, Tempo, Tempo — Galeria Pop Up

Nas palavras do artista

Para mim, a pintura nasce sempre de um diálogo — um confronto íntimo com o desconhecido, em que o gesto responde antes da palavra. No meu trabalho, as formas se dissolvem e se recompõem em camadas temporais. Personagens, elementos e situações emergem do passado, atravessam o presente e, por vezes, anunciam o futuro, convivendo na mesma superfície.

Benjamin Rothstein

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